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Nº 589 | 22 Junho 2026
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"Grande desapontamento" e "oportunidade perdida para o país". Foram estas reações das confederações patronais ao chumbo no Parlamento do pacote laboral. A CIP promete voltar a insistir em mudanças na lei ainda antes do verão, na próxima reunião da Concertação Social. UGT já rejeitou a ideia.
O suspense adensou-se antes da votação programada, com o Chega a pedir a suspensão temporária dos trabalhos, mas nem assim o Governo chegou a entendimento com o partido de André Ventura para aprovar a reforma laboral. Montenegro acusou o Chega de se aliar à esquerda, enquanto Ventura rejeita ser muleta do Executivo.
O que parecia inevitável a seguir às eleições municipais de maio vai mesmo acontecer: Keir Starmer vai engrossar a lista de primeiros-ministros mais ou menos irrelevantes que os britânicos têm colecionado desde o Brexit. Em Manchester, é conhecido com o ‘rei do norte’.
JD Vance afirmou que as negociações na Suíça correram bem, mas Donald Trump decidiu deixar de hostilizar publicamente o primeiro-ministro de Israel para voltar à retórica das ameaças ao Irão, desta vez por causa do Líbano. Os iranianos não gostaram.
A pressão sobre os preços não deverá ficar limitada aos smartphones. Os aumentos poderão chegar a outras gamas, como os Macs e os iPads.
Pagaram milhões por acordos de décadas mas a FIFA quer zero menções às marcas detentoras dos "naming rights" dos estádios do Mundial.
Employment Report 2025 da Porto Business School revela que 9% dos alunos da última turma do International MBA lançaram negócios. Já os alumni com carreiras no mundo corporativo reportaram aumentos salariais na casa dos 90%, com a média a atingir os 110.508 dólares anuais.