No Mundial em que os preços dos bilhetes obedecem à dinâmica do mercado e do algoritmo (com alguns bilhetes da final a atingir dois milhões de euros), as marcas que investiram milhões para adquirir os "naming rights" dos estádios norte-americanos que albergam o Campeonato do Mundo podem deixar de ganhar 120 milhões de euros de devido a uma exigência da FIFA.
Da Levi's à MetLife: pagaram milhões pelos "naming rights" mas não existem no Mundial
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Pagaram milhões por acordos de décadas mas a FIFA quer zero menções às marcas detentoras dos "naming rights" dos estádios do Mundial.