Entrevista
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O Vila Galé faz 40 anos. É o segundo maior grupo turístico português. Jorge Rebelo de Almeida é o fundador e o visionário. Gonçalo Rebelo de Almeida, o filho, é o CEO desta multinacional que nasceu quase por acaso, mas que fatura 320 milhões de euros por ano e está a crescer. Também no interior de Portugal e na recuperação de património. Por paixão.
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Portugal e Brasil são os dois grandes alicerces do Grupo Vila Galé. Com perspectivas diferentes, porque o mercado brasileiro tem mais por onde crescer. Jorge e Gonçalo Rebelo de Almeida explicam os planos. Eo futuro.
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Os Estados Unidos decidiram mergulhar o mundo numa guerra comercial e os medicamentos não escapam, mas o diretor executivo do HCP considera que o setor português está mais robusto e com capacidade de absorver estas perturbações. Ainda assim, continua a faltar uma política industrial que olhe para a saúde como um dos motores do crescimento nacional, enquanto no SNS o problema é sobretudo de gestão.
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O dean da NovaSBE não se esconde da polémica com a denominação, mas considera que a questão é mais profunda: tem o ensino superior público ambição que lhe permita ser alavanca de desenvolvimento económico e científico, ou resigna-se a uma lógica burocrática? Defende que
o país precisa de uma aposta política que trate o ensino superior como um ativo estratégico e explica o que falta para transformar ciência em riqueza.
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Reitor da Universidade de Aveiro e presidente do CRUP, em fim de mandato, alerta para o estrangulamento financeiro que se vive nas universidades. Defensor entusiasta da requalificação e do alinhamento de competências, deixa o aviso: as universidades têm de ser ágeis a adaptar currículos e as empresas têm de investir mais na valorização dos talentos que elas formam.
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Miguel Guedes de Sousa, aka Manota, empresário, fundador do JNcQUOI – o rei do turismo de luxo – fala do que sabe: Portugal tem de mudar de estratégia. Já não serve vender barato e ocupar o território, manifestamente exíguo, com uma oferta de fraca qualidade. É preciso equilibrar: em vez de insistir na classe económica, o país deveria expandir a Business, onde está o maior potencial, e ter uma primeira classe bem definida.
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