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Entrevista
Notícias
“É possível e urgente fazer um melhor alinhamento de competências”
Reitor da Universidade de Aveiro e presidente do CRUP, em fim de mandato, alerta para o estrangulamento financeiro que se vive nas universidades. Defensor entusiasta da requalificação e do alinhamento de competências, deixa o aviso: as universidades têm de ser ágeis a adaptar currículos e as empresas têm de investir mais na valorização dos talentos que elas formam.
“O modelo de crescimento turístico baseado no volume está esgotado”
Miguel Guedes de Sousa, aka Manota, empresário, fundador do JNcQUOI – o rei do turismo de luxo – fala do que sabe: Portugal tem de mudar de estratégia. Já não serve vender barato e ocupar o território, manifestamente exíguo, com uma oferta de fraca qualidade. É preciso equilibrar: em vez de insistir na classe económica, o país deveria expandir a Business, onde está o maior potencial, e ter uma primeira classe bem definida.
Horta Osório: "O sistema bancário português está num dos melhores momentos de que me recordo nos últimos 30 anos"
António Horta Osório, em entrevista, revela ainda que é um defensor da "imigração inteligente" (como têm países como a Austrália) e que passa por receber os imigrantes com as qualificações que o país precisa. "É importante começar por definir políticas de imigração claras, transparentes e alinhadas com as necessidades reais dos mercados de trabalho", defende o banqueiro. O conselho surge numa altura em que a imigração toma conta do debate político do mundo ocidental.
“Falta ambição na redução da carga fiscal”
O Country Tax Leader da EY destaca uma proposta do OE2026 minimalista, ao estilo T0, sem medidas fiscais de relevo. Diz que é uma “estratégia prudente” de forma a assegurar estabilidade política. E que o Executivo privilegia o equilíbrio das contas públicas, mas sinaliza falta de ambição na redução do peso dos impostos, nomeadamente para as empresas.
Miranda Sarmento promete despesa líquida abaixo do previsto em Bruxelas
O ministro das Finanças compromete-se a colocar este indicador em 4,8%, abaixo do que tinha sido inicialmente acordado com a Comissão. “Estamos a conseguir controlar a despesa permanente”, assegura ao Jornal Económico.
“Temos sido bastante pressionados pela Comissão para reverter” apoio no ISP
Miranda Sarmento indica que o Governo “está agora a avaliar com a Comissão Europeia uma solução para reverter a parte remanescente” dos apoios concedidos.
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