Entrevista
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Reitor da Universidade de Aveiro e presidente do CRUP, em fim de mandato, alerta para o estrangulamento financeiro que se vive nas universidades. Defensor entusiasta da requalificação e do alinhamento de competências, deixa o aviso: as universidades têm de ser ágeis a adaptar currículos e as empresas têm de investir mais na valorização dos talentos que elas formam.
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Miguel Guedes de Sousa, aka Manota, empresário, fundador do JNcQUOI – o rei do turismo de luxo – fala do que sabe: Portugal tem de mudar de estratégia. Já não serve vender barato e ocupar o território, manifestamente exíguo, com uma oferta de fraca qualidade. É preciso equilibrar: em vez de insistir na classe económica, o país deveria expandir a Business, onde está o maior potencial, e ter uma primeira classe bem definida.
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António Horta Osório, em entrevista, revela ainda que é um defensor da "imigração inteligente" (como têm países como a Austrália) e que passa por receber os imigrantes com as qualificações que o país precisa. "É importante começar por definir políticas de imigração claras, transparentes e alinhadas com as necessidades reais dos mercados de trabalho", defende o banqueiro. O conselho surge numa altura em que a imigração toma conta do debate político do mundo ocidental.
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O Country Tax Leader da EY destaca uma proposta do OE2026 minimalista, ao estilo T0, sem medidas fiscais de relevo. Diz que é uma “estratégia prudente” de forma a assegurar estabilidade política. E que o Executivo privilegia o equilíbrio das contas públicas, mas sinaliza falta de ambição na redução do peso dos impostos, nomeadamente para as empresas.
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O ministro das Finanças compromete-se a colocar este indicador em 4,8%, abaixo do que tinha sido inicialmente acordado com a Comissão. “Estamos a conseguir controlar a despesa permanente”, assegura ao Jornal Económico.
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Miranda Sarmento indica que o Governo “está agora a avaliar com a Comissão Europeia uma solução para reverter a parte remanescente” dos apoios concedidos.
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