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Na batalha das camisolas, no fim ganha a marca alemã

É uma velha máxima do futebol mundial que também se aplica aos equipamentos desportivos. Mas há uma relação de 75 anos (e de 50 milhões de euros) que está prestes a terminar.

Enquanto o Mundial se disputa nos estádios dos EUA, Canadá e México, outras batalhas (mais ou menos visíveis) são travadas numa espécie de torneio à parte, com muitos milhões à mistura. As grandes marcas desportivas têm neste Mundial um palco privilegiado para mostrar a sua força e os seus argumentos num mercado cada vez mais concorrencial e com a inovação a ser a pedra de toque. E neste campeonato à parte, tal como no velho ditado, no fim ganha a Alemanha (ou pelo menos a marca desportiva alemã).
A Adidas parece está a mostrar uma força e uma predominância que pareciam difíceis de recuperar.
A mítica marca das três listas lidera o ranking de patrocinadores de equipamentos do Mundial de 2026 já que em 48 seleções, apresenta-se com 14 equipas. No top3 das marcas de equipamentos que mais desfilam por estes dias nos relvados do Mundial está também a Nike, que veste doze seleções e a Puma, patrocinador da Seleção, que equipa onze equipas. É nestas três marcas que se concentram grande parte das seleções que por estas semanas captam a atenção do mundo, na prova da FIFA que vai bater todos os recordes, nomeadamente receitas e audiências televisivas.

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