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Barcelos e a SAK Project têm o mundo a seus pés

Entre Barcelos e Nova Jérsia (berço do estádio que vai receber a final do Mundial), distam mais de 5.300 quilómetros mas por estes dias, estão mais próximas do que nunca.

Uma das cidades mais emblemáticas do Minho alberga a empresa portuguesa que está a dar que falar por ter o Mundial a seus pés (de forma literal): a SAK Project fabrica caneleiras e meias personalizadas para os futebolistas de cinco seleções sem as quais, a maior prova da FIFA não seria a mesma. Portugal, Espanha, Brasil, Argentina e Uruguai. A acompanhar esta insígnia portuguesa está uma história que podia dar um filme de Hollywood. A partir de 2009, o fabricante português de caneleiras personalizadas (através de um sistema de digitalização que molda ao detalhe uma caneleira que se adapta de forma cirúrgica ao futebolista) começou a ser falado no mundo do futebol com algo para o qual a indústria ainda não tinha despertado: caneleiras personalizadas. Tudo corria bem à marca de Barcelos até chegar a pandemia e varrer a SAK do mapa, como aconteceu a tantas outras organizações.
Apesar do revés, três investidores portugueses pegaram no projeto pelos braços em 2023 e voltaram a colocá-lo na ribalta, mesmo a tempo do Mundial que se jogaria dali a três anos. Além das célebres caneleiras que tornaram a SAK famosa, a companhia minhota introduziu ainda novos produtos no mercado em torno daquela zona do corpo tão sensível para qualquer futebolista. A SAK deu vida ao desenvolvimento de meias antiderrapantes que se adequam de forma perfeita às chuteiras e colocou no mercado meias de compressão que ajudam à recuperação muscular mundial. JCL

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