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Nº 665 | 29 Outubro 2026
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Há cerca de 640 instituições de outros estados-membros registadas para operar em Portugal em regime de livre prestação de serviços, "sem gerar emprego nem receita fiscal", alerta João Câmara, presidente da ANIPE, entidade que organiza esta sexta-feira a conferência em que se vão debater os principais desafios e oportunidades que marcam a evolução do setor.
No último ano, 42% dos portugueses destinam atualmente mais de 30% do seu orçamento mensal apenas à alimentação, indica o estudo elaborado pelo grupo Edenred.
Envelope financeiro sobe 150% em 2027 para o apoio à compra de carros elétricos. E vai haver cheque também para os mais carenciados. Indústria nacional vai ter apoios de 180 milhões de euros.
O PS absteve-se, como tinha anunciado, permitindo que o Orçamento do Estado para 2027 passe na generalidade. Quase toda a restante oposição votou contra, incluindo o Chega.
O encontro com o Presidente da República reuniu académicos, associações de inquilinos e de proprietários, representantes do setor da construção civil e obras públicas, promotores e investidores imobiliários, bem como ordens profissionais da área, associações de habitação pública e representantes do poder local. A criação de uma entidade fiscalizadora para a habitação e reabilitação dos prédios devolutos privados estiveram entre as ideias apresentadas, sabe o Jornal Económico.
Os mercados estão preocupados com a possibilidade de novos ataques ao Irão depois das eleições intercalares nos EUA.
A inflação continua acima do objetivo e até subiu em setembro, tanto em termos nominais, como a subjacente, mas a Reserva Federal optou por não mexer nos juros diretores esta quarta-feira. Mercado continua a perspectivar mais uma subida este ano.
Com os analistas e investidores a darem como certo que o BCE não mexerá nos juros diretores esta quinta-feira, a atenção vira-se para qualquer tipo de 'forward guidance' após outubro, o risco associado à subida dos juros soberanos franceses e o futuro de Lagarde à frente do banco central.
Em igual período, as vendas cresceram 4,8% para 27.815 milhões de euros, adianta o grupo em comunicado enviado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM).
O banco liderado por Miguel Maya registou um resultado líquido consolidado de 873,7 milhões de euros nos primeiros nove meses de 2026, uma subida de 12,6% face aos 775,9 milhões do período homólogo, impulsionado pelo desempenho da atividade em Portugal e pela redução das provisões associadas aos créditos hipotecários em francos suíços na Polónia.
A margem financeira caiu 13%. Mas o banco liderado por Isabel Guerreiro continua a apresentar uma elevada rentabilidade, com um RoTE de 29,6%.