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Nº 568 | 12 Maio 2026
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Face aos últimos dados anuais divulgados pelo INE, referentes a 2024, as expetativas para 2026 implicariam crescimentos de 17,9% e de 7,9% nas escalas de cruzeiros e nos passageiros.
Para já, os dados trimestrais colocam a dívida nos 91% do PIB, mas o ministro das Finanças admite que Portugal possa alcançar 85% ou 86%. Mesmo que estejam em causa os 87,5% comunicados dias antes a Bruxelas, o país poderá terminar o ano com a terceira maior redução na UE. Se assim for, ficará com a sétima maior dívida europeia, melhorando uma posição face a 2025.
A recusa em aceitar a última proposta de Teerão fez o presidente dos Estados Unidos regressar ao tom ameaçador. O Irão alega que a sua resposta foi “razoável e responsável”, tendo-se abstido de enveredar por novas ameaças.
Presidente norte-americano pressionará o seu homólogo chinês, Xi Jinping, a propósito do Irão, país com que o Império do Meio mantém boas relações. No falhanço das negociações enquadra a visita, marcada igualmente pelos desentendimentos comerciais.
Equipa liderada por Paula Videira desenvolveu um anticorpo altamente específico que distingue células cancerígenas de tecido saudável. A invenção, patenteada, abre novas possibilidades para o diagnóstico e tratamento do cancro e está na corrida ao Prémio Inventor Europeu 2026, na categoria Investigação.
O presidente da Associação Portuguesa de Seguradores, José Galamba, considera que 2025 marcou um ponto de viragem regulatório para o setor segurador europeu, sobretudo com a revisão da Diretiva Solvência II e a criação de um novo quadro europeu de recuperação e resolução de seguradoras.
O consultor da CCP, Sérgio Lorga, considera, ao JE, que a IA tem um "enorme potencial" no setor do comércio e dos serviços ao nível da "melhoria de processos, a eficácia dos marketing, no atendimento aos clientes, e como os recursos humanos conseguem dar reposta aos desafios que são colocados". Já a CPPME diz, ao JE, que a inteligência artificial está a ter um "impacto crescente" nos setores representados pela confederação mas que o nível de adoção nas empresas portuguesas "permanece globalmente reduzido", sobretudo entre as micro, pequenas e médias empresas (PME).