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Nº 552 | 13 Abril 2026
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Apesar de terem batido sucessivos recordes desde 2020, as remessas de emigrantes portugueses estão a ter cada vez menos importância face à riqueza produzida pelo país. Este artigo integra a rubrica Visão Periférica.
Num contexto em que as negociações em Islamabad acabaram no pior cenário possível (nem sequer foi marcada uma segunda ronda), Donald Trump quer impor o seu próprio bloqueio no Estreito de Ormuz. O cessar-fogo é mais frágil que nunca e os mercados não podiam estar mais nervosos.
Após o secretariado nacional da UGT, não era suposto reabrirem-se as negociações com vista à revisão do Código do Trabalho. Mas a realidade política e a confusão sobre as conclusões do último encontro acabaram por gerar mais uma reunião.
Setenta petroleiros vazios vão a caminho dos EUA, muito acima da média registada antes da guerra. Países asiáticos procuram desesperadamente por petróleo após o fecho do estreito de Ormuz.
Apesar de o pacote introduzir previsibilidade com subvenções de longo prazo, persistem dúvidas quanto à suficiência do montante, à capacidade de distribuição eficiente dos fundos e ao impacto real na produtividade, na prevenção de incêndios e na valorização económica de um setor marcado por elevados custos, fragmentação fundiária e forte dependência de bens públicos sem retorno direto de mercado.
Apesar da bateria de apoios externos, ou talvez por causa disso, o líder húngaro nos últimos 16 anos não conseguiu conter a sede de mudança do húngaros, que votaram maioritariamente em Péter Magyar. Resta saber se a União Europeia tem muitos motivos para comemorar.
Mais de uma dúzia de investidores estão a pressionar as gigantes tecnológicas antes das assembleias de acionistas deste ano, exigindo mais dados sobre o uso da água e os esforços de conservação dos gigantes da tecnologia, de acordo com a “Agência Reuters”.
Com um investimento de 56 milhões de euros, o grupo Vera Cruz não se limita à produção agrícola: quer controlar toda a cadeia, do campo ao produto final, e levar Portugal ao mapa global do “superalimento”. Entre desafios climáticos, escassez de mão de obra e aumento de custos, a estratégia passa por inovação, exportação e agricultura regenerativa — e ambiciona transformar a marca Better With numa referência internacional.