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Nº 357 | 15 Abril 2025

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O presidente norte-americano fez saber que tem na manga novas tarifas aos chips semicondutores. Em causa está a intenção de que a produção aumente em solo norte-americano.

As tarifas acima de 100% entre as duas maiores economias do mundo arriscam matar o comércio bilateral EUA-China, mas os importadores norte-americanos anteciparam encomendas em março face à elevada probabilidade deste cenário, impulsionando o crescimento das exportações chinesas acima de 10%.

O executivo apresentado por Albuquerque ao Representante da República, Ireneu Barreto, a 28 de março, na sequência das eleições regionais de 23 de março, é constituído por oito secretarias regionais (mais uma face ao atual). Tem seis novas caras e manteve dois secretários regionais que pertenciam ao anterior elenco.

É referido, por parte dos analistas consultados pelo Jornal Económico (JE), que, face ao contexto atual, o euro pode continuar a valorizar em relação ao dólar. O ouro e as moedas suíça e japonesa têm capitalizado perante queda do dólar, derivada da política comercial dos Estados Unidos. Um dos analistas diz mesmo que os défices norte-americanos têm vindo a "minar gradualmente" a confiança no dólar como moeda de reserva global.

Riscos de recessão mundial e instabilidade provocada por Donald Trump vão alimentar a procura global por ouro.

Xi Jinping inicia uma viagem a três países – Vietname, Camboja e Malásia. Em Hanói, os dois países assinaram 45 acordos, num contexto de forte perturbação do comércio mundial.

Fidelidade e Faculdade de Ciências criam laboratório com desafios do futuro e da longevidade na mira
DataLab powered by Fidelidade ficará instalado no Edifício C6 da Faculdade de Ciências em Lisboa e vai ajudar a seguradora em novas áreas do conhecimento, como alterações climáticas e sustentabilidade, revela ao JE Pedro Almeida, subdiretor de Comunicação e Relações Externas da Faculdade.

Do seu portefólio de investimentos fazem parte o grupo Galp, a Corticeira Amorim, Amorim Luxury, Banco Luso-Brasileiro, herdades e imobiliário.

Quatro companhias portuguesas surgem no ranking anual do Financial Times.