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Nº 668 | 04 Novembro 2026
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CAP e Confagri consideram insuficiente a compensação por litro e levantam dúvidas sobre a verba disponível para os próximos seis meses. A dotação aumenta, mas o apoio individual não muda, dizem. As associações temem que o dinheiro não chegue para todos os agricultores. E continuam a afirmar que os agricultores portugueses não conseguem competir com os espanhóis, cujo apoio ronda o dobro.
O primeiro-ministro deu conta desta informação em conferência de imprensa realizada esta terça-feira, 3 de novembro, em São Bento e acrescentou que os restantes partidos irão reunir com outros membros do Governo, entre os quais o ministro das Infraestruturas e da Habitação, Miguel Pinto Luz, para analisar medidas para a habitação.
As eleições intercalares são um stress para os agentes económicos. Wall Street costuma dar-se bem com os democratas e mal com a incerteza. A Reserva Federal dá-se bem com uma inflação controlada e mal com as insistências da Casa Branca. À economia real resta esperar para ver no que dão as intercalares.
A computação quântica vai alterar o mundo tal como o conhecemos. O processamento de dados será muito mais rápido, o que trará benefícios mas também muitos perigos, mesmo para os dados que hoje em dia estão encriptados e supostamente seguros. Setores como a banca, a saúde e até a defesa estão já a olhar seriamente para o que aí vem. Em Paris, durante a apresentação de várias soluções na área da defesa cibernética da Thales, a especialista de cibersegurança da empresa francesa, Eva Rudin, explico em entrevista exclusiva ao Jornal Económico, como a maioria das empresas europeias estão a olhar para a ameaça quântica.
Para Joana Mota Agostinho, sócia da Pérez-Llorca e responsável em Lisboa pela área de Propriedade Intelectual, Industrial e Tecnologia, esta discussão tem uma dimensão que ultrapassa o departamento jurídico. A advogada explica onde poderão surgir impactos para as empresas portuguesas e o que faz sentido avaliar enquanto se aguarda a proposta.
A ministra, que falava na Assembleia da República no âmbito do debate na especialidade do orçamento do Estado para 2027 (OE2027), considerou que é “um grande projeto” de resiliência hídrica, de abastecimento de água à península de Setúbal e margem sul do Tejo.