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Nº 604 | 16 Julho 2026
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Em vez da atual aposta em sectores de baixo valor acrescentado, que deixam Portugal vulnerável nas cadeias de valor e impede uma verdadeira progressão dos rendimentos, os autores querem apostas em fileiras robustas, transacionáveis e exportáveis para reforçar a economia nacional e equipará-la a outras geografias semelhantes.
O dado foi avançado pelo ministro da Economia e Coesão Territorial, Manel Castro Almeida, numa audição na Comissão de Economia e Coesão Territorial. O governo definiu pilares e medidas para aproximar Portugal da média europeia. Uma delas passa pela criação, no outono, de um 'fundo de fundos' para reforçar a capacidade de investimento das empresas.
O objetivo de crescer entre 4,5% e 5% continua em aberto, mas a leitura trimestral mais fraca desde 2022 reforça a necessidade de estímulos na segunda maior economia do mundo, sobretudo para recuperar o consumo interno e o investimento privado.
Os Estados Unidos retomaram os ataques diurnos contra o Irão e o Estreito de Ormuz está praticamente intransitável. Teerão continua a queixar-se de que os norte-americanos não respeitaram os termos do memorando e asseguram que responderão à altura. Nada de novo, portanto.
A fintech alemã recebeu a luz verde do Banco de Portugal para operar como sucursal. Em entrevista ao Jornal Económico, Pablo López, Regional Manager da plataforma, revela os planos para desafiar a banca tradicional com uma conta corrente com IBAN "PT50", remuneração diária de 3% sem limite de capital e taxas de câmbio imbatíveis no cartão.
Entre 2025 e 2026 os seis distritos que registaram a maior subida no preço das casas situam-se no interior do país, com destaque para Beja que observou o crescimento expressivo face a 2025 (+25,2%), seguida de Bragança (+24,5%), Guarda (+21,4%), Viseu (+18,1%), Castelo Branco (+17,9%) e Vila Real (+18,1%).