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China: Crescimento mais fraco desde pandemia abre a porta a mais estímulos

O objetivo de crescer entre 4,5% e 5% continua em aberto, mas a leitura trimestral mais fraca desde 2022 reforça a necessidade de estímulos na segunda maior economia do mundo, sobretudo para recuperar o consumo interno e o investimento privado.

A economia chinesa cresceu no segundo trimestre deste ano ao ritmo mais baixo desde a pandemia, isto numa perspetiva homóloga e apesar dos números fortes do comércio internacional, produção industrial e retalho. O consumo continua a pesar na performance da segunda maior economia do mundo, mas foi o investimento que mais desiludiu, renovando as questões sobre a verdadeira magnitude e ímpeto da recuperação chinesa. Ainda assim, o primeiro semestre continua em linha para atingir o objetivo de crescimento anual.

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