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Nº 524 | 19 Fevereiro 2026
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Apesar dos tempos especiais na relação comercial, Portugal tem de continuar a fazer negócios com os EUA, defende o Governo. "Não é um mercado de volume, é de valor. Tem uma capacidade aquisitiva muito importante".
O relatório ‘Global Risks Report’, que tem a Marsh e Zurich como parceiros estratégicos, indica que os principais riscos para Portugal serão o abrandamento económico, insuficiência de serviços públicos e de proteção social. “O grande tema que define o relatório de 2026 é a incerteza”, explica Rodrigo Simões de Almeida, o CEO da Marsh Portugal.
Até 18 de fevereiro foram submetidas 5449 declarações de prejuízos nas CCDR do continente, totalizando 365 milhões de euros. Montante supera em mais de nove vezes o apoio de 40 milhões de euros proposto pelo Governo.
Segundo o Ministério do Trabalho, “o convite já foi aceite pela UGT”. A reunião está agendada para as 9h30 da próxima segunda-feira, dia 23 de fevereiro.
Com as duas partes inesperadamente silenciosas sobre o que foi discutido, ambas coincidiram em considerar mais uma ronda de negociações “difíceis” e acordaram novo encontro, sem data ou local definidos.
O primeiro encontro da organização acontece esta quinta-feira em Washington. O grupo do Parlamento Europeu dos socialistas e democratas (S&D) quer saber qual é o propósito da presença da Comissão Europeia no encontro. Entretanto, há uma proposta de paz com... extra-terrestres.
O banco alemão, referência do setor a nível europeu, reforçou a sua atividade na banca privada com duas nomeações em Londres e Nova Iorque que têm como objetivo capitalizar o desporto como ativo de investimento, realidade que está a ganhar tração sobretudo nos EUA.
O setor global da tecnologia mostra sinais de que a redução da força de trabalho não está a desacelerar, insistindo numa tendência que já se manifestava desde o ano passado. Os Estados Unidos são o país mais afetado, com a Amazon e a Meta no topo da lista.
Patrícia Xufre e Maria João Quintão Braga desenvolveram um método de ensino do Cálculo que usa a gamificação. Inspirado no universo de Game of Thrones, o curso é organizado como um jogo ao longo do semestre e está a revolucionar a aprendizagem e os resultados numa área do conhecimento particularmente difícil.