Skip to main content

Seleção portuguesa menos valiosa: perdeu 75 milhões em dois anos

Vitinha e João Neves são responsáveis por mais de 20% do valor da Seleção. É no ataque que se explica a maior quebra da avaliação: menos 120 milhões do que em 2024.

A Seleção portuguesa que irá disputar o Mundial de futebol no próximo mês de junho está avaliada em 968,5 milhões, de acordo com as avaliações disponibilizadas pelo site Transfermarkt (site especializado no cálculo de valor de mercado dos passes dos futebolistas) e que tem em conta os 27 jogadores chamados pelo selecionador Roberto Martínez.
Apesar de ser um valor significativo (as seleções favoritas à conquista do Mundial estão avaliadas em mais de mil milhões de euros), estas escolhas do selecionador estão avaliadas em menos 75 milhões de euros do que a equipa escolhida pelo espanhol para o Europeu de 2024 (disputado na Alemanha): 1,045 milhões de euros. É no ataque que se explica a maior quebra de valor de mercado desta Seleção face à avaliação de 2024. Aliás, nessa altura, o ataque era o sector mais valioso da Seleção portuguesa com uma avaliação de 385 milhões de euros por parte do Transfermarkt. Rafael Leão era o mais valioso dessa equipa em 2024 mas dois anos depois, é apenas o mais valioso do ataque, que no seu conjunto está avaliado em 268 milhões de euros. É no meio-campo que estão os dois futebolistas com melhor avaliação desta equipa: só Vitinha e João Neves valem 110 milhões cada um. No seu todo, o meio-campo vale 327 milhões de euros quando há dois anos a avaliação desse setor era de 294 milhões de euros. A defesa está tem um valor de mercado de 319 milhões em 2026, quando há dois anos essa avaliação era de 302,8 milhões de euros. Numa comparação com os favoritos à conquista do Mundial (provenientes do Velho Continente), é possível verificar que a Alemanha está avaliada em 998 milhões, Espanha tem um valor de 1,270 milhões, Inglaterra vale 1,310 milhões e França tem uma avaliação de 1,480 milhões

Este conteúdo é exclusivo para assinantes, faça login ou subscreva o Jornal Económico