Rio de janeiro, 30 de abril de 2009. Decorre um jantar na zona sul carioca. Há razões para celebrar neste restaurante no Leblon. Motivo? A Galp celebra uma nova era e muito lucrativa. No dia seguinte, teria lugar o evento que iria marcar o primeiro petróleo do campo de Tupi, no navio-plataforma Cidade de São Vicente, no mar brasileiro, a 300 quilómetros de terra.
A produção da Galp a sério no pré-sal no mar brasileiro arrancaria um ano depois, em 2010, mas Américo Amorim, acionista de referência, já estava confiante sobre o potencial petrolífero do país-irmão: “O Cristo do Corcovado foi muito generoso com a Galp”, disse o empresário, segundo a reportagem do “Expresso” na altura, recordada anos mais tarde pela “Visão”.
Passados quase 20 anos, 2026 vai continuar a ser de crescimento para a Galp em Terras de Vera Cruz.
A companhia espera chegar ao final deste ano com um crescimento acima de 15% na produção para os 125/130 mil barris diários.
Cristo do Corcovado continua “muito generoso” para a Galp
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É uma relação de três décadas com o Brasil, que volta a conhecer novo crescimento em 2026. Mas há mais para vir nos próximos anos. Já na Namíbia há um novo furo de exploração este ano.