O PSI, o principal índice bolsista português, atingiu esta quinta-feira, 29 de janeiro, um máximo de 10 anos, mesmo com a bolsa portuguesa a fechar a sessão com uma perda de 0,22%.
Este máximo da praça portuguesa foi impulsionado pelos ganhos registados pela Galp Energia, que encerrou a valorizar 1,83%, para os 16,69 euros, influenciada pelo ganhos do petróleo, com o brent e o crude a subirem 3,10% e 3,54% para os 69,46 dólares e os 65,45 dólares, devido aos receios de uma intervenção militar norte-americana em território iraniano. Refira-se que os futuros do petróleo atingiram, na quinta-feira, máximos de quatro meses.
Esta subida da Galp Energia foi acompanhada da valorização de 1,23% da Mota-Engil, para os 4,43 euros, e da Sonae que avançou 0,57% para os 1,77 euros. No verde estiveram ainda a REN e a NOS. No vermelho fecharam a Jerónimo Martins que caiu 1,38% para os 20,08 euros, seguida pelo Banco Comercial Português (BCP) que desvalorizou 1,23% para os 0,90 euros, e a Altri que deslizou 1,12% para os 4,40 euros.
Do lado das perdas estiveram ainda a Teixeira Duarte, a Navigator, os CTT, a EDP, a EDP Renováveis, a Semapa, e a Corticeira Amorim enquanto que a Ibersol se manteve em terreno inalterado.
Bolsa portuguesa está em máximos de 15 anos
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O PSI, o principal índice da bolsa portuguesa, tem o segundo melhor desempenho entre as principais bolsas europeias este ano, só atrás dos Países Baixos. Galp Energia lidera ganhos.