Capa
Nº 610 | 28 Julho 2026
Notícias
Mundo
Empresas
Mercados & Finanças
Sem nada em concreto para já, o preço do petróleo respondeu positivamente àquilo que parece ser um desanuviamento da tensão no Estreito de Ormuz e no Mar Vermelho. Esta terça-feira, Trump recebe Benjamin Netanyahu e Volodymyr Zelensky – ambos nos EUA para o funeral do senador Lindsey Graham.
Companhia diz que houve apenas conversas e garante estar constantemente a avaliar novos ativos petrolíferos em vários países. "As coisas acontecem quando estão fechadas, não acontecem antes", afirma a petrolífera.
O fundo de private equity britânico Permira chegou a acordo com o private equity espanhol, Henko Partners, e com os acionistas fundadores para a compra da maioria da Quadrante. A entrada do fundo Permira tem como objetivo apoiar a expansão internacional da empresa, em particular nos Estados Unidos. Mas a Quadrante tem previsto fazer aquisições na Alemanha e na Polónia. Vai também anunciar em setembro uma aquisição em Portugal, revela em entrevista o CEO da empresa de engenharia.
Companhia espera fechar o negócio com os espanhóis da Moeve no segundo semestre do ano.
Subida do preço do petróleo com guerra no Médio Oriente provoca disparo no EBITDA. Companhia sublinha que a grande maioria do seu negócio é gerado fora de Portugal com a venda de petróleo e refinados.
O resultado líquido atribuível ascendeu a 386 milhões de euros, enquanto a rendibilidade dos capitais próprios tangíveis (ROTE) se fixou em 12,2%. O Abanca Portugal lucrou 41,6 milhões até junho, ou seja, aumenta 11,9% face a junho de 2025. Em Portugal o resultado antes de impostos aumentou 25,7% para 62,6 milhões de euros.
Uma paragem nos ataques e uma descida no preço do barril de petróleo marcaram a primeira sessão da semana e deram algum ânimo aos investidores, numa semana que vai ter decisão da Fed sobre as taxas de juro.
As receitas da biofarmacêutica Astrazeneca aumentaram em 9% para os 30,6 mil milhões de dólares (26,8 mil milhões de euros), no primeiro semestre, face ao período homólogo.
As quebras no ouro têm sido justificadas por fatores como a possibilidade de subida das taxas de juro pelos bancos centrais, pela subida da inflação, um dólar mais forte, e pela subida nas yields das obrigações, sublinham especialistas. As compras de ouro pelos bancos centrais é um fator que pode impulsionar a subida do ouro a que se juntam outros fatores como um agravamento da economia ou um novo choque geopolítico, uma mudança para expectativas de juros mais baixos ou uma onda de compras em quedas [do preço do ouro], assinalam analistas.