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Desde o início de 2026, o ouro já ganhou mais 7%, enquanto a prata disparou mais de 26% à boleia das tensões geopolíticas, inflação elevada e preocupações dos investidores com a independência dos bancos centrais.
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O índice de referência mundial que é o norte-americano S&P 500 conseguiu valorizar 17,4%, em 2025. Entre as bolsas que conseguiram superar este valor estiveram: Espanha, Portugal, Alemanha, Reino Unido, China, Japão, Coreia do Sul, Canadá, México, Brasil, e Israel.
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“As despesas de capital (capex) em IA representou recentemente 0,8% do Produto Interno Bruto (PIB), em comparação com picos que atingiram 1,5% do PIB ou mais durante outros booms tecnológicos dos últimos 150 anos. O investimento em IA em hiperescaladoras necessitaria de atingir os 594,9 mil milhões de euros em 2026 para se equiparar ao pico de gastos durante o ciclo de investimentos em telecomunicações do final da década de 1990”, considera a Goldman Sachs.
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A Fed reúne-se a 28 de janeiro naquela que será a antepenúltima reunião de Jerome Powell como líder da Reserva Federal norte-americana. O FedWatch, do CME Group, atribui uma maior probabilidade a que as taxas de juro se mantenham inalteradas nas reuniões de janeiro [interrompendo ciclo de descidas iniciado em setembro de 2025] e março e que em abril exista uma descida.
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O Governo já publicou as novas tabelas de retenção na fonte para 2026. Há isenção de IRS até ao novo salário mínimo de 920 euros. Salários brutos de 1.500 euros ganham mais 13 euros por mês com alívio nos descontos para o IRS. Já nos rendimentos mais elevados a partir de 5.000 euros, poupanças chegam aos 22 euros, segundo as simulações da EY para o JE.
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Em termos práticos, se um CEO de uma empresa cotada no índice britânico tivesse começado a trabalhar a 2 de janeiro, bastaria esperar até às 11h30 de 6 de janeiro para ultrapassar o salário médio anual dos seus colaboradores. Contas são do jornal "The Guardian".
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