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Fed: Apesar de não mexer nos juros, Warsh garante que não irá vacilar perante a inflação
"Vamos cumprir o objetivo estipulado de 2%", resumiu, lembrando que a credibilidade do banco central depende da sua capacidade de cumprir o seu mandato e objetivos. No entanto, e face a uma inflação de 3,5% na leitura mais recente, os juros não mexeram - contra a vontade de três dissidentes.
Fed prepara-se para deixar juros inalterados apesar de novo pico na energia
A inflação recuou em junho, mas mantém-se excessiva em relação ao objetivo de 2%, enquanto o mercado laboral também dá sinais de alguma fraqueza, embora ainda sólido. Quase certo é que Warsh continuará a rejeitar abrir o jogo quanto ao futuro.
Valorização do ouro pode ser impulsionada por bancos centrais mas persistem fatores que pressionam metal em baixa
As quebras no ouro têm sido justificadas por fatores como a possibilidade de subida das taxas de juro pelos bancos centrais, pela subida da inflação, um dólar mais forte, e pela subida nas yields das obrigações, sublinham especialistas. As compras de ouro pelos bancos centrais é um fator que pode impulsionar a subida do ouro a que se juntam outros fatores como um agravamento da economia ou um novo choque geopolítico, uma mudança para expectativas de juros mais baixos ou uma onda de compras em quedas [do preço do ouro], assinalam analistas.
Calma no Médio Oriente anima mercados na primeira sessão da semana
Uma paragem nos ataques e uma descida no preço do barril de petróleo marcaram a primeira sessão da semana e deram algum ânimo aos investidores, numa semana que vai ter decisão da Fed sobre as taxas de juro.
Astrazeneca sobe lucro líquido em 4% no primeiro semestre
As receitas da biofarmacêutica Astrazeneca aumentaram em 9% para os 30,6 mil milhões de dólares (26,8 mil milhões de euros), no primeiro semestre, face ao período homólogo.
BCE: Mercado antecipa reunião sem mexidas, mas já de olho em setembro
Investidores e analistas acreditam que os juros não se alterarão na reunião de julho, mas setembro poderá trazer nova subida, sobretudo caso o conflito no Médio Oriente se prolongar e a volatilidade nos mercados energéticos não acalmar.
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