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Mercados & Finanças
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Henrique Valente: "Aumento da correlação entre classes de ativos deixa investidores mais cautelosos"
Debasement trade, dívidas soberanas, inflação, e a desvalorização do dólar explicam maior correlação entre ativos como ações e os ativos de refúgio, assinala o analista da ActivTrades, Henrique Valente, ao JE.
Paulo Monteiro Rosa: "Qualquer desaceleração nas bolsas, ou queda, pode inverter o atual ciclo virtuoso da IA"
Em entrevista ao Jornal Económico (JE) o economista sénior do Banco Carregosa, Paulo Monteiro Rosa, dá conta de alguns dos gatilhos (ou triggers na tradução inglesa) que poderiam levar a um rebentar de uma bolha na inteligência artificial (IA) nas bolsas.
EUA: Estudo da Fed defende que são os norte-americanos quem paga o impacto das tarifas
O estudo da Fed de Nova Iorque estima que 90% do impacto das tarifas está a ser imputado às empresas e consumidores norte-americanos e é este o principal motivo para a inflação acima do objetivo em 2025, contrariando declarações recentes de governadores leais a Trump.
Ouro e cobre devem renovar ciclo de valorização em 2026
Analistas ouvidos pelo JE referem que a prata e o alumínio podem ser destaque, em 2026, no que diz respeito às matérias-primas. Ouro e cobre tinham tido uma valorização de 66% e 42% em 2025.
Ouro e prata batem novos recordes e subidas não devem ficar por aqui
Desde o início de 2026, o ouro já ganhou mais 7%, enquanto a prata disparou mais de 26% à boleia das tensões geopolíticas, inflação elevada e preocupações dos investidores com a independência dos bancos centrais.
Bolsas: Espanha e Portugal lideraram ganhos numa Europa que superou os Estados Unidos
O índice de referência mundial que é o norte-americano S&P 500 conseguiu valorizar 17,4%, em 2025. Entre as bolsas que conseguiram superar este valor estiveram: Espanha, Portugal, Alemanha, Reino Unido, China, Japão, Coreia do Sul, Canadá, México, Brasil, e Israel.
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