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O estudo da Fed de Nova Iorque estima que 90% do impacto das tarifas está a ser imputado às empresas e consumidores norte-americanos e é este o principal motivo para a inflação acima do objetivo em 2025, contrariando declarações recentes de governadores leais a Trump.
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Analistas ouvidos pelo JE referem que a prata e o alumínio podem ser destaque, em 2026, no que diz respeito às matérias-primas. Ouro e cobre tinham tido uma valorização de 66% e 42% em 2025.
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Desde o início de 2026, o ouro já ganhou mais 7%, enquanto a prata disparou mais de 26% à boleia das tensões geopolíticas, inflação elevada e preocupações dos investidores com a independência dos bancos centrais.
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O índice de referência mundial que é o norte-americano S&P 500 conseguiu valorizar 17,4%, em 2025. Entre as bolsas que conseguiram superar este valor estiveram: Espanha, Portugal, Alemanha, Reino Unido, China, Japão, Coreia do Sul, Canadá, México, Brasil, e Israel.
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“As despesas de capital (capex) em IA representou recentemente 0,8% do Produto Interno Bruto (PIB), em comparação com picos que atingiram 1,5% do PIB ou mais durante outros booms tecnológicos dos últimos 150 anos. O investimento em IA em hiperescaladoras necessitaria de atingir os 594,9 mil milhões de euros em 2026 para se equiparar ao pico de gastos durante o ciclo de investimentos em telecomunicações do final da década de 1990”, considera a Goldman Sachs.
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A Fed reúne-se a 28 de janeiro naquela que será a antepenúltima reunião de Jerome Powell como líder da Reserva Federal norte-americana. O FedWatch, do CME Group, atribui uma maior probabilidade a que as taxas de juro se mantenham inalteradas nas reuniões de janeiro [interrompendo ciclo de descidas iniciado em setembro de 2025] e março e que em abril exista uma descida.
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