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Mercados reagem com sobressaltos à guerra

As bolsas mundiais comportaram-se como uma montanha-russa depois do ataque dos Estados Unidos e de Israel ao Irão.

Segunda e terça-feira trouxeram perdas assinaláveis. Seguidas de reações mais positivas na quarta e quinta-feira, provocadas, em parte, por notícias que apontavam para a intenção do lado iraniano em iniciar negociações que colocassem um fim à guerra.
A metáfora da montanha-russa esteve bem patente no desempenho da bolsa sul-coreana (KOSPI). Na quarta-feira, registou o pior desempenho diário de sempre, com uma quebra de 12%, para no dia seguinte valorizar 9%.
Na Europa, numa semana, as bolsas espanhola (IBEX 35), francesa (CAC40) e alemã (DAX) perderam mais de 5%, enquanto os índices britânico (FTSE 100) e português (PSI) desvalorizaram mais de 3%. 
Agora, tudo dependerá da evolução do conslito no Médio Oriente. Quanto tempo dura, se alastra, se interrompe o comércio e a produção de energia.
O banco ING, esta semana, antecipava, que no seu cenário mais pessimista, ou seja, o de um conflito prolongado no Médio Oriente, poderá haver correções pronunciadas nas bolsas e a uma fuga dos investidores para as obrigações.
O MSCI (Morgan Stanley Capital International) projetou que as ações norte-americanas e as europeias podem cair 13% e 10% ao aplicar um cenário de estagflação consistente com os seus mais recentes cenários macroeconómicos, embora com o petróleo como pri

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