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Um pastel de nata mais amargo? Depende muito do PRR

O principal risco para a economia portuguesa é a execução da “bazuca” até agosto. O país sai de 2025 com confiança fortalecida, depois do reconhecimento lá fora, mas 2026 tem uma grande empreitada.

Antecipar para onde vai a economia é sempre um exercício arriscado. “Quem teria imaginado, no início de 2008, que o ano veria a crise engolir nomes outrora sólidos como Freddie Mac e Fannie Mae, AIG, Merrill Lynch, HBOS, Wachovia e Washington Mutual? Nós não”, escreveu “The Economist” no início de 2009, pedindo desculpa por não ter previsto os efeitos catastróficos do subprime no ano anterior. “About 2008: sorry” é um artigo que poderia ser escrito todos os anos porque, como já Nassim Nicholas Taleb tinha avisado, há sempre um cisne negro à espreita. E, nos anos mais recentes, parecem abundar: uma pandemia, conflitos com consequências económicas globais e uma guerra comercial, só para destacar alguns dos mais importantes.

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