O mundo estava de olhos postos em Portugal, com a organização da Expo98, e a antiga zona industrial tornou-se numa das áreas mais futuristas da capital. A entrada no euro, a vaga de privatizações e as grandes obras públicas no terreno, como o Alqueva e Ponte Vasco da Gama, marcaram o percurso do país nesta década. A EDP, a Brisa e a Portugal Telecom fizeram entrar mais de quatro mil milhões de euros nos cofres públicos, contribuindo para o controlo da dívida e o cumprimento dos limites de Bruxelas.
A integração europeia
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Portugal estava no auge do otimismo e o consumo privado cresceu: dispararam as vendas de casas, carros e eletrodomésticos.