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Melhorias, mas poucas, no IRS

Portugal subiu cinco posições na categoria de rendimentos individuais, à boleia do corte de taxas de mais-valias e do IRS. Mas ainda permanecem fragilidades estruturais do imposto, como um número elevado de escalões.

Ao nível das famílias, o estudo da Tax Foundation conclui que Portugal subiu cinco posições (de 26.º para 21.º), sinalizando que cobra “uma taxa elevada de 53% sobre os rendimentos individuais no último escalão, incluindo taxas adicionais, e não há limite para as contribuições sociais”. Estas caraterísticas colocam Portugal atrás de países como Estónia, Letónia e Nova Zelândia, que combinam taxas mais baixas, maior simplicidade e incentivos fiscais mais claros.

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