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Máximo dos Santos pediu a Bruxelas para definir período de nojo

À semelhança do que aconteceu com Mário Centeno, também o vice-governador do Banco de Portugal, que sai no fim do mês, espera um “cooling-off” de apenas um ano.

Luís Máximo dos Santos pediu ao Conselho Único de Resolução (Single Resolution Board - SRB) – a autoridade central de resolução bancária da União Europeia – que lhe definisse o período de nojo (cooling-off period), na sequência da sua saída anunciada para o fim de outubro.

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