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Nº 216 | 01 Abril 2021
Edição nº 216
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Notícias
Atualidade
NFT Arte digital  já rende milhões
NFT Arte digital já rende milhões
Qual é o elo de ligação entre uma publicação no Twitter, um artigo do “The New York Times” e um ficheiro JPEG? Os três foram vendidos como NFT, sigla para “Non-fungible Token” – i.e.,Token não-fungível – e, em conjunto, renderam 61,7 milhões de euros aos seus autores.
‘Naming Rights’ Luz, Alvalade e Dragão: mudar de nome para não mudar de vida
‘Naming Rights’ Luz, Alvalade e Dragão: mudar de nome para não mudar de vida
A Benfica SAD deu o mote para aquilo que pode ser uma revolução nestes ativos num país sem tradição neste tipo de contratos. Pandemia poderá obrigar os clubes a rentabilizar os estádios para fazer face a custos de manutenção elevadíssimos e compensar a ausência da receita de bilheteira.
5 Sentidos
Seamaster 300: Luz na escuridão
Seamaster 300: Luz na escuridão
Estamos a falar do novo modelo profissional de mergulho, o Seamaster Diver 300M Black Black, uma versão monocromática do original negro de cerâmica Seamaster Diver 300M que foi lançado em 2018.
Península de setúbal: Uma caixa especial para a época festiva
Península de setúbal: Uma caixa especial para a época festiva
Comissão Vitivinícola Regional da Península de Setúbal (CVRPS) lançou um pack especial de Páscoa, composto por seis produtos da região
Mercedes Sprinter 314 CDI:  Um furgão  cheio de multimédia
Mercedes Sprinter 314 CDI: Um furgão cheio de multimédia
Quando se fala num furgão de trabalho raramente se pensa que este também pode servir para um passeio de fim-de-semana ou para umas férias.
Está-se bem na Páscoa com cabrito assado
Está-se bem na Páscoa com cabrito assado
Está-se na Páscoa e a Páscoa, entre outras iguarias, exige cabrito à mesa. Com as restrições sanitárias e legais em curso, os restaurantes tentam dar a volta ao texto e chegar a casa dos consumidores da melhor forma possível.
Ensaio
A morte como mercadoria fictícia
A morte como mercadoria fictícia
A morte desincrustou-se da ritualidade relacional e do simbólico e foi tomada e colonizada por um enorme aparato técnico-burocrático e mercantilizado do qual ninguém consegue escapar. A morte não só se arreda da proximidade social e pessoal como se afasta do humano.