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Autor
Nuno Miguel Silva
nmsilva@jornaleconomico.pt
Notícias
Uma bela refeição no museu com o Tejo em exposição
Depois do maat Café, o Mercantina Group abriu há pouco mais de um mês o maat Kitchen, restaurante que se assume no segmento de fine dining e que complementa a oferta gastronómica até agora presente no maat Café.
Três velhas bonitonas escondem jovem sedutor
A Morais Rocha Wines, produtor da Vidigueira, Alentejo, acaba de colocar no mercado uma proposta diferente, uma caixa de três garrafas de vinho Reserva, colheita de 2017, com um nome desassombrado: As Velhas.
A grande festa do vinho português
Ao fim de um ano de interregno devido à pandemia, regressa este fim-de-semana ao pavilhão 4 da FIL, no Parque das Nações, em Lisboa, a feira Vinhos & Sabores. Prova da grande expectativa em torno deste certame é o facto de já estarem confirmados mais de 300 produtores de todas as regiões do País, para participar nesta grande festa de celebração do vinho português.
Casa Nepalesa, com certeza!
São sabores do Nepal, mas com produtos de Portugal e influências gastronómicas de outros continentes, com destaque para a África. Na Casa Nepalesa, criada em 2010, temos agora ao nosso dispor uma totalmente renovada, extensa e variada carta concebida pelo chef Tanka Sapkota. A proposta aproxima-nos das raízes do Nepal, berço do chef, baseando-se nas receitas de família da mãe e da avó.
Fernão Pires em seis novas versões dá mais fôlego aos vinhos do Tejo
O verão teima em nos acompanhar e o outono tarda em marcar presença, mas tal não impede que esta seja uma boa altura para conhecer novidades. Nesta rentrée mais atípica, os vinhos do Tejo, que este fim-de-semana realizarão a sua Gala de 2021, em Tomar, propõem seis novidades que acabaram de chegar ao mercado, de outros tantos produtores da região, respeitantes a colheitas de três anos diferentes, mas com um traço comum: são todos vinhos estremes de Fernão Pires, ou seja, concebidos a 100% com a casta rainha do Tejo.
Perdão da dívida à CP dá acesso à banca em melhores condições
A dotação de capital de 1.815 milhões de euros para a transportadora ferroviária nacional resolve um problema de décadas, permitindo melhorar os seus rácios financeiros e recorrer aos mercados em melhores condições numa fase de grande investimento em material circulante.
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