Capa
Nº 52 | 12 Junho 2026
Ver PDF
Disponível para Assinantes
Suplementos
Notícias
Entrevista
Análise
Ensaio
Atualidade
O dean da NovaSBE não se esconde da polémica com a denominação, mas considera que a questão é mais profunda: tem o ensino superior público ambição que lhe permita ser alavanca de desenvolvimento económico e científico, ou resigna-se a uma lógica burocrática? Defende que
o país precisa de uma aposta política que trate o ensino superior como um ativo estratégico e explica o que falta para transformar ciência em riqueza.
O paradigma de aprendizagem ao longo da vida e a necessidade de requalificar a força de trabalho tornaram a formação indispensável.
A academia agarrou a oportunidade e já colhe frutos. O ano de 2026 fica para a história como aquele em que pela primeira vez seis escolas de formação de executivos figuram no top 100 mundial dos Programas Customizados e dos Programas Abertos. Um feito. Mas há mais protagonistas.
OMBAé um programa de formação avançada em gestão. No conjunto das vertentes ‘full time’ executivo e online há seis programas lecionados por três
instituições portuguesas que se distinguem nos rankings.
Durante décadas, ensinámos os executivos a acumular mais e mais conhecimento, mais frameworks, mais modelos de gestão, mais certezas. Criámos uma elite treinada para responder rapidamente, decidir com confiança e escalar o que já funcionou. O problema? O mundo mudou mais depressa do que a capacidade desses executivos de questionarem sobre aquilo que sabem e que fazem.
As soluções customizadas para empresas representam
uma fatia importante do negócio da formação executiva em Portugal. Há escolas onde os programas por “medida” já valem metade da atividade formativa. O futuro passa pelo crescimento, porque há ainda mercado a explorar. E a velocidade de transformação ajuda.
Reter e valorizar o talento dentro das empresas exige uma abordagem de continuidade, com a combinação de programas internos e externos – a evidenciar-se como o modelo preferencial das direções e respetivas equipas de recursos humanos.
Num mundo cada vez mais rápido e com grandes evoluções, as empresas procuram líderes que sejam capazes de gerir e acompanhar esta mudança. É aqui que a formação desempenha um papel importante.