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Grande Entrevista
Notícias
“É sempre possível estar aberto a alguma ideia de M&A”
Paula Gomes Freire : A managing partner da Vieira de Almeida definiu um objetivo ambicioso para a sociedade: crescer a dois dígitos. Como? Para outros mercados, com novos produtos e serviços, mais negócio e, também, abertura à consolidação. Focando-se no essencial, no cliente e em criar valor. E adaptando-se às transformações que estão a mudar o setor.
“A internacionalização, hoje, é fundamental e requer investimento”
Deixou a presidência da Associação das Sociedades de Advogados de Portugal (ASAP) com dois mandatos cumpridos e um mercado “radicalmente” mudado. Para a frente, antevê desafios, do burilar a legislação apressada à adoção de novas tecnologias e gestão das suas consequências. E à fundamental internacionalização, que o mercado já é pequeno para a ambição dos seus protagonistas.
“Portugal é um mercado pequeno e a internacionalização quase que se autoimpõe”
O managing partner da Morais Leitão, sociedade de advogados líder do mercado em Portugal, aponta que o caminho para o crescimento é a internacionalização. E que só crescendo é possível captar e reter talento. Quer ganhar quota em áreas de prática em que é forte, mas também apostar em nichos, incluindo na tecnologia. Vê Portugal com condições para ser um paraíso para os investidores, assim garanta estabilidade legislativa e celeridade processual.
“África é um continente prioritário para o investimento”
O sócio da CMS Portugal responsável pela área da África Lusófona, e que integra o comité executivo da CMS África, afirma que o continente africano é uma prioridade para a sociedade de advogados, porque é ali que vai estar o crescimento no futuro. Em Angola, as peças juntam-se para chamar os investidores. Têm de olhar para as infraestruturas, a transição energética, para o turismo e a agroindústria.
“É previsível que a defesa tenha um crescimento relevante e se torne apetecível”
Incerteza económica, turbulência geopolítica e o desfasamento de expectativas entre compradores e vendedores continuam a travar decisões de M&A. Há pipeline e há liquidez e o próximo ano promete mais dinamismo, mas com um otimismo prudente. O sócio de Corporate M&A da PLMJ aponta os setores da tecnologia, turismo, saúde, energia e defesa como motores potenciais, assim se resolvam os estrangulamentos.
“Subsiste em Portugal uma visão ainda estrita da profissão, pouco empresarial"
O sócio e diretor do escritório da Broseta em Portugal faz um balanço positivo da integração na sociedade de advogados espanhola, concretizada em 2023, depois de cinco anos associados. Quer crescer no M&A e aponta que têm competências marcantes na Defesa.
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