Skip to main content
Autor
Luís Tavares Bravo
Economista, DIF Capital
Notícias
Remar contra a corrente
As incertezas relativamente à direção que o mundo tomará nos próximos trimestres, economicamente falando, num contexto de maior protecionismo e da já batizada “guerra comercial”, conferiram uma maior moderação das perspetivas de crescimento do princípio do ano, tendo os principais bancos centrais do mundo desenvolvido voltado a apresentar um discurso mais acomodatício relativamente a movimentações de taxas de juro diretoras.
Menos populismo, mas menos força para o euro
Os resultados das eleições para o Parlamento Europeu irão exigir maior disponibilidade para equilibrios entre os partidos tradicionais do centro político, e uma maior resistência a maior integração dentro da União Europeia (UE).
A espera
A política monetária europeia tem sido marcada por um conjunto de falsas partidas rumo à normalização monetária, e em 2018 parecia que havia novamente indícios fortes de que aquela seria inevitável.
O trimestre europeu
Os próximos meses poderão ser de incerteza na Europa, com os fatores geopolíticos a regressarem ao palco central das discussões dos observadores internacionais.
As novas geringonças do centro político
A realização de eleições antecipadas em Espanha em final de abril é uma nova zona de teste à erosão do centro político, e dificilmente o próximo executivonão integrará partidos com matriz eurocética
A geopolítica é um novo fundamental económico?
A história não é nova e, nos últimos anos, é sempre apresentada como um dos principais riscos relativos às perspectivas de crescimento mundial.
Ver mais
Aguarde