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Autor
Luís Tavares Bravo
Economista, DIF Capital
Notícias
Será o fim da globalização?
A globalização é hoje um modelo esgotado e o protecionismo a inevitável solução? Ou será antes uma transição para um novo ciclo de globalização? O ruído à volta dos efeitos colaterais da globalização, visível numa espécie de rebelião dos eleitores, oculta os valores fundamentais deste catalisador de riqueza mundial.
A flauta de Hamelin
O presente foi privilegiado em detrimento do futuro, criando menos perspetivas para as próximas gerações, e perdeu-se a oportunidade de investir mais aproveitando um ciclo de taxas muito baixas a nível global.
Remar contra a corrente
As incertezas relativamente à direção que o mundo tomará nos próximos trimestres, economicamente falando, num contexto de maior protecionismo e da já batizada “guerra comercial”, conferiram uma maior moderação das perspetivas de crescimento do princípio do ano, tendo os principais bancos centrais do mundo desenvolvido voltado a apresentar um discurso mais acomodatício relativamente a movimentações de taxas de juro diretoras.
Menos populismo, mas menos força para o euro
Os resultados das eleições para o Parlamento Europeu irão exigir maior disponibilidade para equilibrios entre os partidos tradicionais do centro político, e uma maior resistência a maior integração dentro da União Europeia (UE).
A espera
A política monetária europeia tem sido marcada por um conjunto de falsas partidas rumo à normalização monetária, e em 2018 parecia que havia novamente indícios fortes de que aquela seria inevitável.
O trimestre europeu
Os próximos meses poderão ser de incerteza na Europa, com os fatores geopolíticos a regressarem ao palco central das discussões dos observadores internacionais.
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