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Privatização da TAP é estratégica. Exige “ponderação e discrição”

O ministro das Infraestruturas e Habitação, Miguel Pinto Luz defende que o processo de venda de parte da TAP não deve ser confinado ao preço e que exige “ponderação e discrição”.

“Uma proposta desta natureza é, obviamente, complexa e com muitos vetores de indispensável análise”, afirmou. “Trata-se de uma decisão estratégica, que não deve ser confinada ao preço e que, por isto, exige ponderação e descrição”, referiu, esta semana, na Assembleia da Rupública.
Ainda sobre a TAP, Miguel Pinto Luz indicou que o processo de privatização terá novos desenvolvimentos até ao final deste mês, aguardando a entrega das propostas vinculativas até ao dia 29 de julho.
O processo de privatização parcial da TAP, relançado pelo Governo em 2025, prevê a venda de até 49,9% do capital da companhia, mantendo o Estado como acionista maioritário.
Na fase atual do processo, permanecem na corrida os grupos Air France-KLM e Lufthansa.
O ministro das Infraestruturas e Habitação deu também conta de que a ANA vai entregar esta sexta-feira, 17 de julho, o relatório técnico do novo aeroporto de Lisboa.
Miguel Pinto Luz disse que o documento da ANA constitui o terceiro de cinco relatórios previstos no processo de candidatura do Novo Aeroporto de Lisboa e irá definir, com detalhe, as principais características técnicas da infraestrutura, incluindo pistas, sistemas de circulação, plataformas e terminais.
Após este relatório será entregue outro, em janeiro, o relatório financeiro, seguindo-se a proposta final um ano depois. Pinto Luz defende que o projeto “está a cumprir os prazos” previstos.

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