A inteligência artificial (IA) vai tornar a banca mais rápida, eficiente e flexível, mas não substituirá a relação humana. É esta a convicção de Sérgio Raposo Frade, CEO do Grupo Crédito Agrícola, que vê no futuro um modelo tecnológico, sim, mas com as pessoas no centro.
Inteligência artificial, mas sempre com pessoas ao centro
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A inteligência artificial (IA) vai tornar a banca mais rápida, eficiente e flexível, mas não substituirá a relação humana. É esta a convicção de Sérgio Raposo Frade, CEO do Grupo Crédito Agrícola, que vê no futuro um modelo tecnológico, sim, mas com as pessoas no centro.