O fundo soberano que Luís Montenegro anunciou funcionará como um veículo para gerir as participações minoritárias do Estado e será também um instrumento de intervenção, permitindo entrar no capital de empresas como a REN, o BCP e a MEO.
Fundo para ter poder na energia, telecom, banca e infraestruturas
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O FMI já disse que não considera incompatível a criação de um fundo soberano com o nível elevado da dívida pública. Montenegro fala em veículo de poupança para as gerações futuras.