Apesar de não se sentarem à mesa da Concertação Social, a Associação Empresarial de Portugal (AEP) e a Business Roundtable Portugal (BRP) acompanharam o processo negocial falhado para aprovação da reforma laboral, esperando agora que o Parlamento não desvirtue o carácter transformador e ambição das reformas, que, defendem, são necessárias para dotar a economia de maior produtividade, competitividade e, por arrasto, melhores salários.
Empresas pedem “responsabilidade” aos partidos na discussão laboral
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AEP e BRP sublinham a necessidade de tornar a economia mais competitiva e, com isso, melhorar salários, pelo que pedem aos deputados que não desvirtuem a proposta laboral.