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Brindar ao novo ano com as cores vibrantes de Murakami

A nova edição limitada da prestigiada marca francesa Dom Pérignon traz a assinatura do icónico criador japonês Takashi Murakami.

Sem pressa em chegar ao final do ano, mas de olho nas novidades que podem dar aquele toque, um ‘je ne sais quoi’ que supere a convencional contagem decrescente para o telemóvel atualizar e lembrar-nos que entrámos... em 2026! Vamos reverter essa imagem e pensar no som de uma rolha a saltar, com elegância, por entre flores sorridentes. Leu bem. Sorriem, são flores e estão estampadas no rótulo de duas edições limitadas especiais, com uma embalagem de coleção: o Dom Pérignon Vintage 2015 Murakami e o Dom Pérignon rosé Vintage 2010 Murakami.
O autor é Takashi Murakami, também conhecido como o “Andy Warhol do Japão”, pela sua ligação à pop-art. Um artista pródigo em esbater as fronteiras entre a dita arte mais elitista e a chamada cultura popular. Que o mundo precisa de candura e sorrisos, não temos dúvida. E talvez tenha sido esse o critério da Dom Pérignon para escolher Murakami para ilustrar as edições limitadas para 2025. Pouco importa. Transmitem boa disposição e vêm alargar o leque de colaborações internacionais na criação dos rótulos das edições de fim de ano, que já tiveram a assinatura de Lady Gaga, David Lynch, Jeff Koons, Jean-Michel Basquiat ou Lenny Kravitz.
Murakami, precursor do movimento superflat, i.e., imagens bidimensionais inspiradas na arte japonesa, no anime e na manga, coloca a sua linguagem visual ousada em diálogo com a estética tradicional e minimalista da Dom Pérignon. Aquela que é uma das mais prestigiadas e reconhecidas marcas de champanhe do mundo prossegue, assim, a sua estratégia: associar a excelência da bebida a uma colaboração artística com uma figura cultural de relevo.
E o que se pode esperar do dueto de champanhes para receber o novo ano? O Dom Pérignon Vintage 2015 Murakami nasceu de um ano excecionalmente solar e quente. Passou quase uma década nas caves da Maison até atingir o seu ponto ótimo de maturação e, embora inicialmente austero, vai-se revelando aos poucos, adicionando notas florais, de especiarias, ervas e frutos. Já o Dom Pérignon rosé Vintage 2010 Murakami, mais do que um vintage, é um verdadeiro exercício de alquimia. A casta Pinot Noir confere-lhe densidade e estrutura, enquanto o Chardonnay lhe dá clareza e frescura, numa dança em que força e leveza se equilibram. O final é longo e de rara persistência.

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