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A centenária Leica continua sexy e inovadora

A primeira câmara portátil da história, adotada como ‘best friend’ por grandes fotógrafos e comuns mortais, é uma espécie de clube de motards da fotografia. Clássica, sim, tecnológica, também.

O que é ser “leiquista”? É não ter medo do verbo amar. Amar fotografar e fazê-lo com uma Leica. E são muitos os que pertencem a este ‘clube’ por esse mundo fora. O primeiro membro foi, obviamente, o seu criador, Oskar Barnack (1879 -1936), engenheiro alemão e funcionário da fábrica de ótica Leitz Wetzlar. Barnack era apaixonado por fotografia, mas tinha uma saúde muito frágil. Ou seja, seria tudo menos sensato carregar as tradicionais e pesadas câmaras de chapas grossas que existiam à época. Pesadas elas e respetivos tripés. Ainda o fez, mas concluiu que podia custar caro à sua saúde. Em 1912, arrancou com o projeto de criar uma câmara compacta usando materiais da fábrica onde trabalhava para chegar a um protótipo. A Ur-Leica – uma mistura de sílabas de “Leitz Camera” – tornou-se, assim, a primeira câmara portátil da história.

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