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A encíclica Magnifica Humanitas marca uma das mais profundas alterações na Doutrina Social da Igreja: a rejeição explícita do princípio da “guerra justa”. Leão XIV rompe com uma tradição que remonta a Santo Agostinho e São Tomás de Aquino, segundo a qual a guerra poderia ser moralmente tolerável em circunstâncias extremas. Hoje, o Papa considera que essa lógica tornou‑se insustentável.
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A Magnifica Humanitas está a ser lida como uma das encíclicas mais reformadoras das últimas décadas. Dois números discretos — o 87 e o 89 — podem transformar profundamente a governação interna da Igreja. Um aborda a participação real dos leigos nos processos de decisão, o outro a avaliação regular dos padres. Juntas, estas propostas desenham uma mudança estrutural que responde tanto a desafios pastorais como à crise dos abusos sexuais.
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O tema original é Justiça, mas pode ser Política. Carlos Blanco de Morais avisa que a Constituição da República está a ser mudada sem que tenhamos consciência disso.
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Cuidado com pessoas e entidades, poucas, que controlam os mecanismos da economia e da vida digital. Esta é a mensagem do Papa. Propriedade privada, sim, mas ao serviço de todos. Nunca esquecendo a magnífica humanidade. Que não cabe num algoritmo.
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Numa intervenção de quase 50 minutos na apresentação do livro de Carlos Blanco de Morais, o antigo primeiro-ministro, perante o olhar atento de André Ventura, criticou os políticos que são mais populistas do que o populismo e reiterou o princípio de que os resultados eleitorais são o menos importante na vida política.
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Edmundo Martinho acredita que todo o ruído em torno da Santa Casa esteja a ser provocado por empresas privadas que pretendem apropriar-se da exploração dos jogos sociais.
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