Skip to main content

Taxas de juro congeladas e mudança de música

Os principais bancos centrais decidiram manter as taxas de juro inalteradas e sinalizaram uma mudança de rumo. Com o avolumar dos receios com a inflação, a tendência é para o dinheiro ficar mais caro.

Esta foi a semana dos bancos centrais, que reuniram os seus conselhos e decidiram manter inalteradas as taxas de juro diretoras. Reserva Federal (Fed) norte-americana, primeiro, depois os bancos do Japão, da Suécia, da Suíça e de Inglaterra, por último o Banco Central Europeu (BCE), todos coincidiram em travar mexidas no preço do dinheiro.
A causa da travagem é óbvia: as consequências da guerra provocada pelos ataques dos Estados Unidos (EUA) e de Israel ao Irão e a retaliação indiscriminada deste, que atingiu oito países na região, 12 se contarmos com as ações dos proxies iranianos no Líbano, Iraque ou Jordânia.
A semana de reuniões dos bancos centrais decorreu durante a terceira semana do conflito no Médio Oriente, com a pressão crescente sobre os preços dos combustíveis a reavivarem todos os fantasmas de um surto inflacionista.

Este conteúdo é exclusivo para assinantes, faça login ou subscreva o Jornal Económico