Com este objetivo longe de atingir os resultados esperados, temos uma alternativa clara para fortalecer a economia e que merece mais atenção: as pequenas empresas – e sobretudo as microempresas, onde já emergem segmentos como as chamadas “nanoempresas”. Muitos desdenham as microempresas como negócios amadores de “vão de escada”, sem capital e que fecham mais depressa do que abrem – mas não reparam que o peso, o crescimento e sobretudo o potencial das microempresas são o maior motor da economia de qualquer País. Não obstante, a atenção e apoio do Estado ou da Banca não estão à altura e estas empresas sofrem de profundas adversidades. Hoje. quero tirar estas empresas do esquecimento partilhando a sua importância, a sua dinâmica própria e, como diz Jack Ma, a necessidade de muito maior apoio.
Esquecer as microempresas é um erro. O seu retorno pode ser tremendo
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Muita tinta tem corrido sobre a importância de aumentar a escala do tecido empresarial estimulando “as médias empresas a tornarem-se grandes”.