O défice da balança comercial norte-americana desceu para o nível mais baixo desde 2009 em outubro de 2025, refletindo não só o impacto do aumento das tarifas por Trump, mas também sinais de abrandamento da economia, uma vez que a melhoria do saldo externo resulta sobretudo de uma queda acentuada das importações, associada ao enfraquecimento da procura interna. Embora importações mais baixas tenham um efeito contabilístico positivo no PIB, este não traduz necessariamente maior dinamismo económico. As exportações registaram apenas um aumento limitado, o que sugere que a redução do défice não foi ditada por uma aceleração robusta da atividade, mas antes de uma economia em desaceleração. Em contextos de recessão, as contas externas tendem a melhorar precisamente por esta via.
Novo ano brinda mercados com novos máximos
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S&P 500, STOXX e DAX renovam máximos, apesar de dados mistos, enquanto Nasdaq fica aquém, penalizado pela fraqueza do setor de IA.