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Empresas não usam IA para gerar receita direta

Global AI Report 2026 revela que as empresas portuguesas negligenciam a utilização de inteligência artificial para interagir com clientes.  

Operíodo de brincar com a Inteligência Artificial (IA) terminou e deu lugar à necessidade urgente de industrialização e integração massiva nas organizações”, indica Nuno Costal, Strategic Value Principal Director da NTT DATA Portugal, referindo um estudo que a empresa realizou em 2025. Na apresentação que fez no Seguros Summit 2026, o responsável apresentou dados mais atualizados relativos ao Global AI Report 2026, onde é revelado que apenas 15% das organizações mundiais são atualmente consideradas líderes na implementação da IA. De acordo com Nuno Costal, este grupo restrito de empresas destaca-se por integrar a tecnologia de forma nativa na sua estratégia central e por obter retornos financeiros significativamente superiores aos dos seus concorrentes diretos. Segundo os dados recolhidos junto de mais de dois mil e trezentos decisores em 34 mercados, os líderes tecnológicos têm uma probabilidade duas vezes e meia superior de registar um crescimento de receita acima dos 10%. A eficiência operacional também se manifesta de forma clara nas margens de lucro, uma vez que estas empresas são três vezes e meia mais propensas a atingir margens iguais ou superiores a quinze por cento através do uso destas ferramentas.

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