Apesar dos saldos orçamentais equilibrados, a evolução da despesa líquida portuguesa coloca o país no limite das regras europeias e sob o olhar atento de Bruxelas. A Comissão aponta ainda ao sistema de pensões, em linha para se tornar um dos mais caros do bloco, e ao Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), que continua a necessitar de aceleração.
A avaliação semestral da Comissão, publicada esta quarta-feira, começa por destacar a posição orçamental nacional nos últimos dois anos, quando o país atingiu excedentes, mas aponta à evolução da despesa líquida, o indicador de referência das regras orçamentais europeias no pós-pandemia.
Despesa no limite das regras orçamentais de Bruxelas
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Portugal fica no limite do referencial da Comissão para a despesa líquida e Bruxelas quer mais urgência no PRR, sobretudo em áreas mais problemáticas como a saúde, energia, pensões e habitação.