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Nº 50 | 27 Março 2026
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Análise
Ensaio
Reitor da Universidade de Aveiro e presidente do CRUP, em fim de mandato, alerta para o estrangulamento financeiro que se vive nas universidades. Defensor entusiasta da requalificação e do alinhamento de competências, deixa o aviso: as universidades têm de ser ágeis a adaptar currículos e as empresas têm de investir mais na valorização dos talentos que elas formam.
Investir na formação profissional continua a ser um fator diferenciador no mercado de trabalho. Um MBA é considerado a porta de entrada dos profissionais para lugares de gestão.
Empresas veem valor na formação de topo. Procuram gestores que decidam com base em dados e que gerem resultados, que entreguem.
Gestores e executivos de ‘middle e top management’ encontram no MBA a catapulta para impulsionar a carrreira. Há um antes e um depois do programa, dizem ao JE. Eis os seus testemunhos.
A experiência acumulada no MBA permite criar negócios e melhorar outros. DocDigitizer, Onedash, Hope Care, Human Talent, Wonderstudio e BOLD são bons exemplos.
Diversidade nas turmas, experiências internacionais que vão de Silicon Valley e Boston a Tóquio, e rede global de parceiros académicos
e corporativos. A internacionalização é um pilar nos programas de MBA ministrados em Portugal, que se reforça a cada ano.
Dois MBA, três EMBA e um MBA Online. O nome de Portugal repete-se seis vezes nos rankings FT, metade dos quais associado à Porto Business School. Nunca antes aconteceu.
As novas temáticas societais estão a impulsionar a especialização funcional nos MBA. É uma tendência em ascensão. Em Portugal, a maior parte dos programas valoriza a abordagem integrada da gestão.
IA, sustentabilidade e ética tendem a ganhar destaque. Os modelos híbridos e flexíveis também. Mas, no final, o que importa, independentemente dos modelos, formatos e temáticas, é “formar decisores capazes de pensar, integrar e agir”.
O contexto global, marcado por uma profunda e contínua transformação em distintas áreas, desde a digital, energética e ambiental, à complexidade dos mercados, agravada pelos sucessivos choques — sanitários, energéticos e geopolíticos — a valorização do capital humano é, sem dúvida, um dos principais fatores de diferenciação competitiva das empresas e, em geral, das economias.