A UE e a Índia finalizaram terça-feira “o maior de todos os acordos comerciais”, como descreveu Bruxelas, que irá eliminar progressivamente direitos aduaneiros a exportadores europeus, incluindo em setores estratégicos para Portugal, como o agroalimentar ou o automóvel. Apesar do enorme mercado que se abre para a UE, o impacto nacional deve ser limitado, ainda que ramos como o azeite e vinhos tenham margem para crescer consideravelmente.
Vinhos, azeite, auto e serviços espreitam ganhos com acordo UE-Índia
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O país mais populoso do mundo deixa cair tarifas em 96,6% das compras à UE e setores nacionais como o agroalimentar, componentes automóveis e serviços procurarão ganhar quota.