Skip to main content

UGT admite estar mais longe o acordo pedido por Seguro

Patrões recusaram reunir com a ministra sem a UGT presente, numa reunião que a ministra optou por não remarcar. Insistência no encontro dá a ideia de que o Governo tem “pressa” para levar a proposta da lei laboral ao Parlamento, diz central sindical, que quer ver a sua contraposta à revisão da lei laboral discutida na concertação social.

O acordo entre os parceiros sociais em torno da revisão da lei laboral parece estar cada vez mais longe face ao episódio da reunião para discutir as alterações ao código do trabalho, que acabou por não acontecer face à recusa dos patrões em reunir com a ministra do Trabalho sem a UGT presente. Um encontro que Maria do Rosário Palma Ramalho optou por não remarcar, mesmo sabendo que o secretário-geral da central sindical, Mário Mourão, não poderia estar presente. A insistência na reunião, mesmo sem a UGT, vem reforçar o alerta da governante aos parceiros sociais que o Executivo “não vai eternizar” as negociações com vista a um acordo, que parece cada vez mais distante numa altura em que o entendimento em sede de concertação social foi já sinalizado pelo presidente eleito, António José Seguro, como condição para vir a promulgar as alterações à legislação laboral tal como estão.

Este conteúdo é exclusivo para assinantes, faça login ou subscreva o Jornal Económico