Desde que as tempestades assolaram o país, multiplicaram-se as medidas e as promessas de apoio, a curto e longo prazo, para estas e outras intempéries. Uma delas, anunciada sem grandes detalhes pelo primeiro-ministro, diz respeito a um novo “fundo de resiliência” nacional para fazer face a catástrofes. Mas como é que deve ser financiado esse fundo? E há margem orçamental para alimentá-lo?
Para Luís Miguel Ribeiro, presidente do conselho de administração da Associação Empresarial de Portugal (AEP), o novo fundo “deve seguir uma lógica semelhante à do PRR [Plano de Recuperação e Resiliência], combinando empréstimos e subvenções a fundo perdido”. Está em causa “uma situação completamente excecional”, diz ao Jornal Económico.
Patrões pedem subvenções para fundo de resiliência. E défice, se for preciso
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Os tempos são excecionais e, por isso, as associações empresariais pedem foco ao Governo para que resolva os problemas da tempestade e a economia das zonas afetadas retome a normalidade quanto antes.