A Melo Alves estabeleceu um acordo exclusivo com o novo escritório angolano Ammadeus Advogados, ampliando a sua atuação naquele mercado africano, com destaque para as áreas de energia, petróleo e gás, mineiro, infraestruturas, aviação, bancário e financeiro.
Classificado por Bruno Melo Alves, sócio da boutique jurídica portuguesa, como uma “plataforma jurídica integrada Angola-Portugal”, o projeto representa uma nova fase na estratégia de expansão do projeto internacional da Melo Alves Global, que acompanha o mercado angolano há mais de 10 anos, aquando da criação da Angola Desk.
Fundada no final de 2025, a Ammadeus é coliderada por Ana Major, que se juntou à Melo Alves como consultora internacional em 2024, e por Marcelo Mendes Mateus, que ocupa as mesmas funções no escritório português.
Nos primeiros meses de atividade, o novo escritório angolano conta com oito profissionais, parte dos quais nas províncias de Cabinda e da Lunda-Norte e Lunda-Sul. De acordo com Ana Major, “com a Ammadeus e a parceria estabelecida com a Melo Alves, o mercado angolano passa a contar com um escritório de advocacia que se posiciona como prestador de serviços jurídicos diferenciados, com alcance internacional e uma visão orientada para o crescimento sustentável e a criação de valor para o cliente”.
“O alcance internacional concretiza-se através da parceria, que gera sinergias assentes numa prática ética e exigente, acrescentando valor aos negócios dos clientes de ambas as firmas e potenciando um crescimento sólido e sustentado das duas sociedades”, explicou a advogada à “Forbes África Lusófona”.
A Ammadeus Advogados assegura, entre as principais áreas de atuação em Angola, compliance e investigações internas, contencioso criminal, civil e comercial, bancário e financeiro, investimento estrangeiro, direito laboral, privacidade e proteção de dados, fiscalidade, a aquisição e venda de empresas e a celebração de joint ventures.
Na entrevista, que pode ser lida na edição da impressa da revista, mas também no site, Ana Major defende que a “sofisticação jurídica passa por equilibrar o sólido conhecimento da complexidade institucional local e sensibilidade ao contexto Angolano com o rigor técnico e a experiência que cada um aporta aos projetos”, o que “pressupõe a compreensão realista do funcionamento prático das instituições (...) e a tradução das melhores práticas globais para soluções que sejam exequíveis perante a realidade regulatória e administrativa do país”.