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Aposta em Life Sciences para crescer a dois dígitos

Sociedade reforçou colégio de sócios com Patrícia Paias, com objetivos ambiciosos, antecipando um aumento da procura.

ife Sciences, que abrange desde a biotecnologia à saúde digital e que a MFA Legal & Tech considera ser um dos pilares mais estratégicos do mercado jurídico europeu, é a grande nova aposta da sociedade de advogados este ano, que prepara um expectável aumento da procura, que suportará o seu crescimento.
Para concretizar esta aposta, a MFA Legal & Tech integrou Patrícia Paias como sócia para liderar esta área de prática de Life Sciences e IP Litigation (litígios de propriedade intelectual), com objetivos ambiciosos.
“As nossas expectativas são de um crescimento acentuado e de uma complexidade cada vez maior”, diz Patrícia Paias ao Jornal Económico (JE). “Nos próximos anos, antecipamos um aumento significativo de litígios em biossimilares e novos desafios ético-jurídicos com a integração da inteligência artificial na inovação em saúde”, afirma, acrescentando que “os grandes litígios resolvem-se, agora, de forma integrada em vários países da Europa.”
“Estamos preparados para estar nessa linha da frente”, garante.
Antecipam, também, uma intensificação de disputas relacionadas com critérios ambientais, sociais e de governação (ESG, na sigla inglesa), bem como com reformas regulatórias e concorrenciais em curso na União Europeia, particularmente no setor farmacêutico.
Este será o motor de um crescimento que Jorge Silva Martins, sócio da MFA Legal & Tech, classifica como “robusto”, sustentado acima dos dois dígitos.
Projetam encerrar o ano com cerca de 30 advogados na equipa. “O nosso crescimento assenta na resolução de litígios complexos e de elevado risco, onde a nossa natureza de boutique altamente especializada traz vantagens decisivas”, explica o managing partner, Samuel Fernandes de Almeida, ao JE.
A sociedade de advogados tem vindo a concentrar a sua atividade em áreas altamente especializadas, cruzando fiscalidade, direito penal económico e contraordenacional e direito da tecnologia. O objetivo é responder a temas complexos onde a dimensão regulatória e tecnológica assume um peso crescente.
“Queremos ser a primeira escolha para empresas de base tecnológica, garantindo um total domínio e conhecimento dos temas técnicos, acompanhando do rigor jurídico”, sublinha.