O Governo não teve nem terá intervenção no projeto da Caixa Geral de Depósitos (CGD) de investir num reforço da participação acionista na seguradora Fidelidade. Foi assim que fonte conhecedora do processo comentou o possível reforço da participação do banco do Estado no capital da seguradora Fidelidade.
Governo não interfere se a CGD reforçar na Fidelidade
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O banco do Estado está sentado em cima de um excesso de capital e procura soluções para o investir. É nessa lógica que se insere o potencial reforço no capital da Fidelidade.