Areflexão não é de hoje na Confederação Empresarial de Portugal (CIP), mas ganha agora maior premência: “É necessário projetar os investimentos para que deixem de ser considerados para um país com um clima ameno”, diz Armindo Monteiro, presidente da CIP, ao Jornal Económico. “Fruto destas circunstâncias, temos de alterar a resiliência das construções, seja por força da precipitação, seja pela força dos ventos”.
Empresas reavaliam materiais usados e riscos climáticos
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Armindo Monteiro, presidente da CIP, e Luís Miguel Ribeiro, líder da AEP, entendem que é importante perceber se os investimentos das empresas estão a proteger as infraestruturas e a prevenir o risco.