O projeto em Meuselwitz, no estado de Turíngia, vai ter uma potência de 65 MWp, com capacidade para abastecer 22 mil famílias e que conta com um acordo PPA para abastecer a produção de hidrogénio verde da empresa Lhyfe.
Mais quais as mais-valias de apostar neste mercado:“A Alemanha é um mercado estável conhecido por ter escala e previsibilidade”, disse ao JE fonte próxima do maior acionista da EDP, a China Three Gorges (CTG).
“É um mercado que transmite segurança e rentabilidade, apesar de as margens de lucros serem mais baixas em regra na Alemanha”, com os “investidores dispostos a retornos mais baixos”, acrescentou.
“É um mercado muito rentável, em crescimento e com escala. Dá mais conforto ao portefólio” da EDP, destacou a fonte próxima do acionista chinês.
A nova central deverá estar operacional no início de 2026, contando com “105 mil painéis bifaciais, com uma capacidade instalada de 64,6 MWp (47,1 MWac).
Uma vez operacional, gerará cerca de 69 GWh de energia limpa por ano - o suficiente para abastecer cerca de 22 mil casas - ao mesmo tempo que ajudará a evitar 48 mil toneladas de emissões de CO₂ por ano”, disse a empresa esta semana.
Esta central surge em colaboração com a Kronos Solar, promotor alemão comprado pela EDP em 2022. A primeira central alemã da EDP foi a de Ketzin con 87 MWp.
Alemanha é a grande nova aposta da EDP
A Alemanha é a grande nova aposta da EDP Renováveis que arrancou esta semana com o desenvolvimento da sua segunda central solar no país.
