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Filipe Alves
Filipe Alves
falves@jornaleconomico.pt
Notícias
Britânicos representam metade dos hóspedes do novo Pestana Blue Alvor
Hotelaria: Grupo Pestana investiu 10 milhões em resort “tudo incluído” cinco estrelas em Portimão, vocacionado para famílias. Britânicos e portugueses são 50% e 40% dos hóspedes, respetivamente. Grupo prevê ocupação de 80% a 100% nos meses de verão, nas suas 17 unidades no Algarve.
Suíça arrisca perder para Hong Hong o papel de refúgio das fortunas mundiais
As novas exigências de capital que o governo suíço quer impor aos bancos que tenham operações internacionais colocam em causa o papel do país no mundo, defende o líder do UBS. É o mais recente capítulo de um debate que não diz respeito apenas à alta finança mas também à própria identidade nacional helvética e à sua lendária neutralidade.
Marine Le Pen e o triunfo da “extrema-direita de rosto humano”
Marine Le Pen tinha apenas oito anos quando, em 1976, o edifício onde vivia com os pais e as irmãs mais velhas, Yann e Marie Caroline, foi alvo de um atentado bombista. Nenhum membro da família Le Pen foi apanhado pela explosão, mas seis vizinhos ficaram feridos e 12 apartamentos foram destruídos.
‘Private equity’ deverão captar um bilião de euros a nível global em 2024
Estudo: Valor captado pelos fundos deverá aproximar-se dos níveis pré-pandemia, estima a Bain & Company. Mas o volume de operações continua em níveis “historicamente baixos”, diz. Estagnação nos desinvestimentos faz com que os fundos fiquem com ativos “envelhecidos”, limitando a rentabilidade oferecida aos investidores.
Falta de contratos de gestão põe em risco decisões de empresas públicas
Sector público: Maioria das empresas públicas não tem os contratos de gestão previstos na lei. Decisões como a renovação da concessão da Fertagus por uma subsidiária da Parpública ou a compra de 117 comboios pela CP arriscam nulidade.
“Para serem competitivas e relevantes, as instituições têm de abraçar a disrupção”
Sector Financeiro: A nova líder da área de banca e seguros da EY, Rita Costa, considera que as instituições financeiras devem estar focadas em construir um “ecossistema melhor”, de forma a poderem crescer de forma sustentada. E, para isso, será fundamental “abraçar a disrupção”.
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